Feiras e encontros executivos ganham novos polos pelo país

Feiras e encontros executivos ganham novos polos pelo país

​Maiores cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro dominam o setor de turismo de negócios brasileiro, como era de se esperar. Juntas, respondem por 45,3% do mercado doméstico e 71,3% do internacional, segundo dados da subsidiária paulista da ABAV-SP  (Associação Brasileira de Agências de Viagens) e do Ministério do Turismo.

Polos regionais, porém, também recebem bom número de viajantes a trabalho. Campinas (a 95 km de São Paulo) é um desses casos.

A cidade respondeu por 6,26% do turismo de negócios doméstico e 2,8% do internacional em 2016.

Além de indústrias, especialmente dos setores farmacêutico, químico e automobilístico em seus arredores, a cidade conta com dois centros para eventos e convenções e vai ganhar o terceiro em junho deste ano.

Tem localização estratégica, de fácil acesso por terra a partir de outras cidades importantes de São Paulo e pelo ar, por meio do Aeroporto Internacional de Viracopos, que recebeu 9,3 milhões de passageiros no ano passado segundo Anac (Agência Nacional da Aviação Civil).

Campinas tem as qualidades para ser destino de turismo de negócios: oferta de meios de hospedagem, mão de obra capacitada, estrutura de compras e alimentação e acesso fácil, diz Douglas Marcondes, 58, coordenador de hotelaria do CRCVC (Campinas e Região Convention & Visitors Bureau).

Terceira maior do estado, a cidade recebeu 165 eventos corporativos em 2017 e hospedou 1,5 milhão de pessoas em seus hotéis, a imensa maioria viajantes a trabalho. Os dados são do CRCVC.

O turismo de negócios em Campinas, porém, já viu dias melhores. Marcondes afirma que, apesar de uma recuperação do mercado no ano passado, o volume de eventos na cidade ainda é cerca de 20% menor que antes do início da recessão, no começo de 2014.

Leia a matéria completa em Folha de São Paulo
Por Dante Ferrasoli

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